21 de jan de 2015

Querido des(conhecido),


Tantos minutos gastei escolhendo as frases certas para contar minha vertente trágica, mas tenho certeza que você já deve cansado dessa ladainha que nunca termina com um ponto final... O que me resta é pedir desculpas e informar que meus dedos apenas digitam os fardos que coleciono em forma de escombros. Certamente, este é o primeiro dos verbos que carrego nos ombros. Sim, esses relatos são meras referências a monarquias que eu criei no passado. Mas, apesar de todo esse drama, espero que gostem dos livros que leio, dos lugares que sinto e do mundo onde respiro. Aqui jaz toda a melancolia e alegria de um coração pela metade... Lembrem-se: apesar de cultivar flores mortas, sempre existirão borboletas no âmago prontas para se tornarem palavras. Sejam bem vindos ao meu reino deturpado por uma fatalista poesia em forma de contos de fadas!


(Pauliane MS. Miami, 21/01/2015 - O dia em que estou partindo)

Um comentário:

  1. talvez eu estivesse com saudade desses teus textos doidos

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